04
MARCHA · COMPARTIMENTOS · PULSOS · NERVOS

Membro inferior: músculos, vasos e plexo lombossacral

Integre ossos, compartimentos, vascularização e plexo lombossacral para compreender marcha, pulsos e lesões periféricas.

58 minFundamental5 questões
Projeto + atualização clínicaRevisado em 12/08/2026
Autoria e curadoriaLeandro Julio RechiMetodologia editorial →
MAPA DE 60 SEGUNDOS

O que você precisa conseguir explicar.

Use os objetivos como teste de recuperação. Se não conseguir responder sem olhar, volte a este bloco depois da aula.

  1. 01Organizar plexos lombar e sacral.
  2. 02Relacionar compartimentos da coxa e perna à inervação.
  3. 03Seguir artéria ilíaca externa até vasos do pé.
  4. 04Localizar pulsos femoral, poplíteo, tibial posterior e dorsal do pé.
  5. 05Explicar pé caído e sinal de Trendelenburg.
Conferir respostas do mapa rápido
  1. 01
    Organizar plexos lombar e sacral.

    O plexo lombar, principalmente L1–L4, origina femoral e obturatório; o plexo sacral, L4–S4, origina glúteos e isquiático. O isquiático contém componentes tibial e fibular comum, que se separam próximo à fossa poplítea.

  2. 02
    Relacionar compartimentos da coxa e perna à inervação.

    Coxa anterior é principalmente femoral e estende joelho; medial é obturatória e aduz; posterior é tibial do isquiático e flexiona joelho/estende quadril. Perna anterior é fibular profundo e dorsiflete; lateral é fibular superficial e everte; posterior é tibial e faz flexão plantar.

  3. 03
    Seguir artéria ilíaca externa até vasos do pé.

    Ilíaca externa torna-se femoral sob o ligamento inguinal; após o hiato do adutor torna-se poplítea. A poplítea divide-se em tibial anterior, que continua como dorsal do pé, e tronco/tibial posterior, que dá fibular e termina em artérias plantares; a profunda da coxa irriga grande parte da coxa.

  4. 04
    Localizar pulsos femoral, poplíteo, tibial posterior e dorsal do pé.

    Pulso femoral é palpado abaixo do ponto médio inguinal; poplíteo profundamente com joelho flexionado; tibial posterior atrás do maléolo medial; dorsal do pé no dorso, lateral ao tendão do extensor longo do hálux. Compare bilateralmente e integre temperatura, enchimento e sintomas.

  5. 05
    Explicar pé caído e sinal de Trendelenburg.

    Pé caído decorre da perda de dorsiflexão, típica de lesão fibular comum ou profunda, e deve ser diferenciado de radiculopatia L5 por eversão/inversão, sensibilidade e outros músculos. Lesão do nervo glúteo superior enfraquece glúteos médio/mínimo e faz a pelve cair no lado contralateral durante apoio no lado afetado.

01
MECANISMO-CHAVE

Plexos distribuem raízes por territórios funcionais

Plexo lombar (L1–L4) origina femoral e obturatório; plexo sacral (L4–S4) origina glúteos e isquiático. O isquiático divide-se em tibial e fibular comum, que contorna o colo da fíbula.

  • Femoral: coxa anterior e extensão do joelho.
  • Obturatório: coxa medial e adução.
  • Tibial: perna posterior e flexão plantar; fibular comum: ramos superficial e profundo.
Pare e reconstrua este mecanismo sem olhar

Explique, sem consultar o texto, como funciona “Plexos distribuem raízes por territórios funcionais”.

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Resposta esperada

Plexo lombar (L1–L4) origina femoral e obturatório; plexo sacral (L4–S4) origina glúteos e isquiático. O isquiático divide-se em tibial e fibular comum, que contorna o colo da fíbula.

Pontos indispensáveis
  • Femoral: coxa anterior e extensão do joelho.
  • Obturatório: coxa medial e adução.
  • Tibial: perna posterior e flexão plantar; fibular comum: ramos superficial e profundo.
02
MECANISMO-CHAVE

Compartimentos predizem movimentos e déficits

Coxa anterior estende joelho; medial aduz; posterior estende quadril e flexiona joelho. Perna anterior dorsiflete, lateral everte e posterior flexiona plantarmente. Glúteo médio estabiliza a pelve durante apoio unipodal.

  • Lesão fibular comum causa pé caído por perda de dorsiflexão e eversão.
  • Lesão glútea superior produz queda pélvica contralateral.
  • Síndrome compartimental ameaça músculo e nervo por pressão elevada.
Pare e reconstrua este mecanismo sem olhar

Explique, sem consultar o texto, como funciona “Compartimentos predizem movimentos e déficits”.

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Resposta esperada

Coxa anterior estende joelho; medial aduz; posterior estende quadril e flexiona joelho. Perna anterior dorsiflete, lateral everte e posterior flexiona plantarmente. Glúteo médio estabiliza a pelve durante apoio unipodal.

Pontos indispensáveis
  • Lesão fibular comum causa pé caído por perda de dorsiflexão e eversão.
  • Lesão glútea superior produz queda pélvica contralateral.
  • Síndrome compartimental ameaça músculo e nervo por pressão elevada.
03
MECANISMO-CHAVE

Fluxo arterial e retorno venoso têm marcos clínicos

Ilíaca externa torna-se femoral sob o ligamento inguinal, atravessa canal dos adutores e torna-se poplítea no hiato do adutor. Ramos tibiais irrigam perna e pé; safenas drenam superficialmente e comunicam-se com sistema profundo por perfurantes.

  • Canal dos adutores não é canal femoral.
  • Pulso dorsal do pé fica lateral ao tendão do extensor longo do hálux.
  • Bomba muscular e válvulas auxiliam retorno venoso.
Pare e reconstrua este mecanismo sem olhar

Explique, sem consultar o texto, como funciona “Fluxo arterial e retorno venoso têm marcos clínicos”.

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Resposta esperada

Ilíaca externa torna-se femoral sob o ligamento inguinal, atravessa canal dos adutores e torna-se poplítea no hiato do adutor. Ramos tibiais irrigam perna e pé; safenas drenam superficialmente e comunicam-se com sistema profundo por perfurantes.

Pontos indispensáveis
  • Canal dos adutores não é canal femoral.
  • Pulso dorsal do pé fica lateral ao tendão do extensor longo do hálux.
  • Bomba muscular e válvulas auxiliam retorno venoso.
ATLAS VISUAL

Localização no membro inferior

Combine motor, sensitivo e topografia para evitar diagnóstico por um único achado.

Reconstrua o mapa “Localização no membro inferior” e explique a relação entre seus elementos.
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Resposta esperada

Combine motor, sensitivo e topografia para evitar diagnóstico por um único achado. A sequência reúne: Raiz → Nervo periférico → Compartimento → Movimento → Território sensitivo → Pulso.

Pontos indispensáveis
  • Raiz
  • Nervo periférico
  • Compartimento
  • Movimento
  • Território sensitivo
  • Pulso
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CASO04
RACIOCÍNIO CLÍNICO

Pé caído após compressão na fíbula

Após permanecer imobilizado com pressão sobre a face lateral do joelho, paciente não dorsiflete nem everte o pé e tem hipoestesia no dorso. Qual nervo foi afetado?

Ver resolução comentada do caso
Resposta esperada

Dorsiflexores recebem fibular profundo; eversores, fibular superficial. Déficit combinado localiza-se antes da bifurcação. O fibular comum é superficial junto ao colo da fíbula.

Pontos indispensáveis
  • Dorsiflexores recebem fibular profundo; eversores, fibular superficial.
  • Déficit combinado localiza-se antes da bifurcação.
  • O fibular comum é superficial junto ao colo da fíbula.
ERROS QUE DERRUBAM O RACIOCÍNIO

Não confunda.

  1. 01

    Chamar canal dos adutores de canal femoral.

  2. 02

    Confundir fibular profundo com tibial.

  3. 03

    Usar um mapa de raízes incorreto sem cruzar anatomia funcional.

  4. 04

    Localizar pulso dorsal do pé medial ao extensor longo do hálux.

CONEXÕES

Continue pelo mecanismo.

CHECKPOINT CLÍNICO

Quiz · Membro inferior: músculos, vasos e plexo lombossacral

Cinco questões. Você domina o nó com 60% ou mais.

5questões
01O nervo femoral inerva principalmente o compartimento:
02Lesão do nervo fibular comum produz tipicamente:
03A artéria femoral torna-se poplítea após atravessar o:
04O nervo obturatório relaciona-se principalmente à:
05Sinal de Trendelenburg sugere fraqueza de:
PROVENIÊNCIA E LEITURA

De onde esta aula veio

Aula 28 — Esqueleto de MI e radiografiasAula 30 — Vascularização e drenagem do MMIIAula 31 — Músculos do MMIIAula 33 — PBL Plexo LombossacralAula 35 — Anatomia topográfica de MMIIProvas práticas
NCBI Bookshelf — Musculoskeletal System↗OpenStax — Support and Movement↗

Conteúdo exclusivamente educacional. Não substitui avaliação médica, supervisão docente, protocolo institucional ou decisão clínica. O material-fonte foi reorganizado em texto e questões autorais; condutas sensíveis devem ser confirmadas em diretrizes vigentes e no protocolo institucional.